
| Mercado |
Crise pode ser bom momento para comprar carro |
||||||||||||||||||||
| Veja nossas dicas para fazer um bom negócio neste final de ano | ||||||||||||||||||||
| 11/11/2008 10:12 - FastDriver | ||||||||||||||||||||
A máxima do megainvestidor Warren Buffett, um dos homens mais ricos do mundo, é de ser "conservador quando os outros estão vorazes e de ser voraz quando estes estão conservadores". Se a regra vale para o mercado financeiro, também pode ser aplicado ao mercado de automóveis. Antes da crise mundial, vendiam-se carros no Brasil de olhos fechados, mas agora a situação se acalmou, os financiamentos estão mais difíceis e os prazos, mais curtos.
O que não significa que seja um momento ruim para comprar. O governo está liberando recursos para os bancos das montadoras continuem a oferecer crédito e os estoques estão altos, o que se traduz em competição acirrada pelos clientes. Portanto, se você precisa de um carro novo, talvez seja a melhor hora para pensar nisso. Mas é importante ser cuidadoso para não comprar gato por lebre. Veja algumas recomendações que o site Fast Driver preparou para você: Virada de ano, promoção à vista Não há época no ano em que as concessionárias mais preferem desovar os estoques. IPVA pela frente, linha 2009 prestes a chegar, em alguns casos. Ou seja, os modelos mais antigos entram em promoções interessantes, se você não se apega a ter o último modelo. Veja o caso do Civic, que deverá mudar no começo do ano que vem e está com descontos consideráveis. Mas fique ciente que seu carro estará desatualizado logo. Novos concorrentes brigando por você Atente para os segmentos que ganharam novidades recentemente. Basta ver o de sedãs compactos. Com a chegada do Voyage e do 207 Passion, Fiat, Chevrolet, Ford e Renault, que dominavam a área, tendem a melhorar os pacotes e os preços de Siena, Corsa Sedan, Prisma e Logan. Aproveite as taxas de juros promocionais Mas tome muito cuidado porque muitas vezes esses percentuais não embutem custos que serão acrescentados no preço final. É importante reparar na famosa TAC, a taxa a aprovação de crédito, que costuma ser uma facada. Ao comparar financiamentos, não se contente com a taxa nominal. Faça uma conta simples: o valor total financiado menos o valor à vista. Divida o resultado pelo número de parcelas financiadas e aí sim compare com os outros modelos pesquisados. Cuidado com a parcela que cabe no seu orçamento Agora, que os prazos estão mais curtos, muita gente pode até achar ruim ter de pagar uma parcela mais alta, mas é mais negócio. Se você ficou pesado, prefira um modelo mais simples. Pense que o normal é você ficar com um carro por cerca de três anos e é muito mais fácil revender um carro quitado que um que possua muitas parcelas pela frente. Prefira equipamentos de série Se você é daqueles que valoriza seu patrimônio na hora de revender, evite comprar um carro básico e equipá-lo depois. Prefira as versões que já vêm com pacotes de série. Equipamentos extras numa versão simples perdem muito valor num veículo usado. Exemplo: entre um Volkswagen Polo básico, com alguns pacotes de equipamentos, prefira um Sportline, se os valores ficarem próximos. Não deixe de pechinchar Parece óbvio, mas muita gente cai naquela conversa mais que conhecida de alguns vendedores, que lhe pressionam dizendo que a oferta vale apenas para aquele dia, que não pode garantir as mesmas condições mais tarde. Não se impressione. Quem precisa vender, ainda mais agora, são as concessionárias. Compare preços, taxas, valor oferecido pelo seu usado e só feche negócio se estiver confiante nisso. |
||||||||||||||||||||
| Ir para o Topo | ||||||||||||||||||||
![]() |
||
| Mais notícias | Mais Fotos | Ficha Técnica | Classificados |