Kia apresenta o Picanto, compacto que oferece um pacote equipamentos nunca visto num modelo desse porte
FastDriver
Direção hidráulica, ar-condicionado, trio elétrico, som com mp3, rodas de liga leve e nada menos que 19 porta-objetos – tudo isso de série. Se achou que estamos falando de algum carro médio, você errou. Esse é o Picanto, modelo supercompacto que a coreana Kia apresentou esta semana no país.
Com preço a partir de R$ 34 900 (na versão com câmbio manual), o carrinho é o importado mais barato do Brasil. Conhecida pela associação com a van Besta, seu principal veículo existente aqui, a Kia decidiu neste ano mudar foco de atuação e hoje dispõe de uma linha com quatro modelos de automóveis, além do Picanto. São eles os sedãs Cerato, Magentis e Opirus, e a van de passageiros Carnival.
Claro, você deve se perguntar: “mas por que comprar um carro coreano?”. Há alguns anos, a resposta não seria tão favorável, mas hoje existem bons argumentos nesse sentido.
Primeiro devido à garantia. São cinco anos de cobertura total, a maior do mercado. Quem oferece tanto não pode brincar em serviço, ou seja, o carro tem que durar até mais que isso, por segurança. Segundo pelo custo/benefício. Se ainda devem em ousadia e originalidade – sem falar na tradição -, os coreanos compensam com um pacote mais recheado de equipamentos e num acabamento que se não é vistoso, também não decepciona.A receita deve estar dando resultado – em 2005, o grupo Kia/Hyundai foi o 6º maior em vendas no mundo e projeta crescer mais este ano.
O Picanto é um bom exemplo. Modelo urbano, ele tem dimensões inferiores ao Ford Ka. Mas o espaço interno é bem aproveitado e ele leva quatro pessoas com algum conforto. O porta-malas, no entanto, é o menor do mercado, com apenas 157 litros – o próprio Ka leva vantagem, com 186 l.
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