Negação do pacote de socorro nos EUA pode prejudicar marcas
FastDriver
A crise econômica mundial já está tomando rumos alarmantes. Nesta segunda-feira (29), a Câmara dos Estados Unidos piorou a situação ao rejeitar um pacote de socorro que havia sido sugerido e que poderia ajudar a economia do país – e, conseqüentemente, a do mundo todo.
Apesar de a quantia do tal pacote ser quase inimaginável (US$ 700 bilhões, para ajudar os bancos de Wall Street com problemas), a medida apenas ajudaria a crise a não seguir piorando tanto, mas analistas ainda avaliam o que pode ser feito para contornar os sérios problemas da economia mundial.
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, assegurou que a crise não afetará diretamente o país, mas até onde isso é verdade? Vale lembrar que a indústria automotiva teve uma queda impressionante com as crises dos EUA. É aí o ponto que nos interessa: as marcas estão sofrendo muito, e não apenas as norte-americanas.
Logo após a negação do apoio econômico, o índice Dow Jones (que mede o desempenho financeiro das indústrias componentes do mercado de ações norte-americano) teve uma queda de quase 7%. E os carros, o que tem a ver com isso? Pois bem, a General Motors caiu 12,81% no índice. O número também atingiu marcas japonesas, como a Honda, que perdeu 10%. A Toyota e a Ford perderam 8%. Até mesmo a indiana Tata saiu bem prejudicada, tendo prejuízo de 13% na medição.
Apoio às montadoras
Apesar dos problemas sérios na economia mundial, nem tudo está perdido. O senado dos Estados Unidos aprovou uma contribuição de US$ 25 bilhões às “3 grandes de Detroit”, grupo composto pelas marcas GM, Ford, e Chrysler.
Milagre? Não exatamente. Essa aprovação já está sendo estudada desde o ano passado, mas só foi transformada em lei agora. As marcas, entretanto, poderão levar 18 meses ou mais para ver a cor do dinheiro.
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